DAVI ALCOLUMBRE , O NÚMERO DOIS DO BRASIL.

Por: Dantas Filho.

“Por conta de sua performance de alto desempenho, o político amazonida de maior destaque na história do Amapá, está sendo indicado nos bastidores para ser candidato a governador, presidente ou vice-presidente da republica, num contexto em que afirma: “só querer ajudar”.

No atual cenário político marcado por polarizações profundas, tensões entre os Poderes e empobrecimento da qualidade média da representação nacional, a figura do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) assume centralidade estratégica na condução institucional do país. Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, ele ocupa, na prática, uma posição que o credencia, ainda que de forma informal, como a segunda autoridade política mais relevante da República, atrás apenas do presidente da República.

Nascido em Macapá, em 1977, senador desde 2015 e reeleito para a presidência do Senado em 2025, Alcolumbre comanda uma das funções mais complexas do Estado brasileiro: zelar pelo equilíbrio entre os Poderes, garantir a governabilidade e administrar, com responsabilidade, instrumentos institucionais capazes de definir o destino político de presidentes da República e ministros do Supremo Tribunal Federal.

Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso Nacional, já foi também presidente da República em exercício.

Entre essas atribuições está uma das mais sensíveis da democracia: o controle de admissibilidade de pedidos de impeachment. Ao longo dos últimos anos, dezenas de requerimentos foram protocolados tanto contra o então presidente Jair Bolsonaro quanto, posteriormente, contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de pedidos envolvendo ministros do STF. Uma condução imprudente ou politicamente oportunista desse poder poderia ter lançado o país em grave crise institucional. Ao optar pela ponderação, pelo diálogo e pela leitura estratégica do momento histórico, Davi Alcolumbre atuou como fiador da estabilidade democrática e da continuidade constitucional dos mandatos.

Esse papel de moderador institucional, de construtor de pontes e de defensor da harmonia entre os Poderes consolidou sua imagem nacional como homem de Estado. Em tempos de radicalismos e de disputas que frequentemente colocam em risco a previsibilidade política e econômica, sua atuação contribuiu para evitar rupturas, assegurar segurança jurídica e preservar a autoridade das instituições republicanas.

Paradoxalmente, enquanto seu prestígio cresce em Brasília e nos centros decisórios do país, parte da população do Amapá — um estado com menos habitantes que cidades como Campinas ou Guarulhos — ainda não dimensiona plenamente o significado histórico e estratégico de ter um senador ocupando posição tão elevada na hierarquia do poder nacional. Sobreviver politicamente em Brasília já é um desafio; comandar o Congresso Nacional e ser respeitado por todas as forças políticas é algo raro, especialmente para um representante da Amazônia.

Nesse contexto, e diante do empobrecimento da qualidade média da política brasileira, o nome de Davi Alcolumbre passa a ser cogitado, ainda que fora de seus planos imediatos, para missões ainda maiores. No plano estadual, setores da classe política o veem como possível alternativa ao Governo do Amapá, caso o projeto de seu grupo não se consolide no enfrentamento ao atual prefeito de Macapá, Antônio Furlan, e diante de um eventual desempenho frágil de seu aliado Clécio Luís. Nesse cenário, Davi surgiria como a liderança natural capaz de reorganizar forças, unificar campos e impor respeito eleitoral.

No plano nacional, há também quem o enxergue como quadro potencial para uma chapa presidencial pelo União Brasil, seja como cabeça de chapa em um futuro de renovação, seja como nome de composição em uma chapa de unidade nacional, inclusive como vice em um projeto de estabilidade institucional ao lado de Lula ou de outra liderança de centro. Essa possibilidade se sustenta exatamente na imagem que construiu: a de um político que, acima de disputas ideológicas, colocou a governabilidade e o equilíbrio da República como prioridade.

Fora dos rígidos protocolos do poder, no seu estado Davi é descontraído, popular e querido por todos.

Apesar de críticas pontuais — naturais em qualquer democracia —, o Amapá pode, neste momento histórico, orgulhar-se de possuir uma das bancadas mais qualificadas do Senado Federal. Ao lado de Davi Alcolumbre, destacam-se também Randolfe Rodrigues e Lucas Barreto, três senadores com perfis distintos, mas que honram a representação do estado, defendem seus interesses e participam ativamente dos grandes debates nacionais.

Em um Brasil onde personagens folclóricos frequentemente ocupam posições elevadas, o Amapá se destaca positivamente no Senado. E, nesse cenário, Davi Alcolumbre se consolida, queiram ou não seus adversários, como uma das figuras centrais da República. Sua trajetória, sua capacidade de articulação, sua autoridade institucional e seu papel na preservação da estabilidade democrática o colocam, de fato, como a segunda liderança política mais importante do país, logo após o presidente da República.

Uma condição informal, mas real. Reconhecida nos bastidores do poder, nos corredores do Congresso e nas mesas de decisão onde se define o futuro do Brasil.

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