O Amapá Cresce e Aparece: PREPARANDO O TERRENO PARA A CHEGADA DO PETRÓLEO.

Especial

Por: Dantas Filho.

Em mais uma ação relacionada ao novo momento que o Amapá vive com o aproveitamento sustentável do petróleo em sua costa, ainda mais com a aprovação também do parlamento francês para a extração dessa riqueza mineral ao lado, na França ultramarina, foi realizada mais uma visita técnica ao futuro terminal hidroviario de Santana projetado para atender o novo ciclo de desenvolvimento, em todo plato das Guianas, integrado pelo Amapá, Suriname, Guiana Inglesa e Guiana Francesa
Nas águas do majestoso Rio Amazonas, esse momento marcou mais um passo concreto rumo ao futuro logístico do Amapá.
No percurso dentro da cidade de Santana, foi possível ver de forma detalhada a área onde será implantado o futuro terminal de balsas e navios de cabotagem, no município, empreendimento estratégico que integrará uma rota nacional ligando Manaus, Barcarena, Belém e outros importantes polos de carregamento e distribuição de cargas, veículos e passageiros.

O novo terminal nasce com visão de longo prazo e se antecipa a um cenário de expansão econômica do Estado, impulsionado pela chegada da indústria do petróleo, pelo avanço da agricultura em larga escala e pelo próprio processo de desenvolvimento estrutural do Amapá. Trata-se de uma obra com a garantia financeira assegurada pela presença de fundo soberano pertencente a uma nação do Oriente Médio, representado pela quinta mais importante operadora de logística marítima sediada em Manaus, classificada entre as maiores do país.

Com os licenciamentos ambientais e institucionais em fase final, o pontapé inicial do empreendimento já está definido e será a elaboração do projeto executivo, seguida do início imediato das obras, já previsto para o primeiro semestre de 2026. A condução do projeto ficará sob responsabilidade da matriz da empresa de navegação no Amazonas, com participação direta dos seus grupos técnicos de Belém, no Porto do Conde e de Barcarena, unidades mais próximas do território amapaense.

O investimento inicial está estimado entre 27 e 50 milhões de reais, contemplando a primeira e a segunda fase das obras. O complexo portuário contará com ampla área para a movimentação de centenas de contêineres, além da construção de um galpão logístico com cerca de 1.500 metros quadrados, dentro de um planejamento que abrange curto, médio e longo prazos, consolidado em parceria com os investidores árabes.

A expectativa é que as operações tenham início já no começo de 2027, com a implantação de um ramal próprio asfaltado, com aproximadamente dois quilômetros de extensão, garantindo acesso direto ao terminal. O empreendimento também terá impacto direto na economia local: está prevista a contratação de serviços e insumos de construtoras da região e a geração inicial de cerca de 150 empregos diretos, com prioridade absoluta para a mão de obra local.

O projeto do novo terminal de Santana reforça o protagonismo logístico do Amapá, posicionando o Estado como elo estratégico na navegação de cabotagem da Amazônia e do Brasil, confirmando que o Amapá cresce, aparece e se prepara para um novo ciclo de oportunidades.

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