O AMAPÁ CRESCE E APARECE: UM ESTADO REAL QUE CRESCE LONGE DOS HOLOFOTES: INICIATIVA PRIVADA IMPULSIONA DESENVOLVIMENTO, EMPREGOS E NOVOS INVESTIMENTOS

Por: Dantas Filho.

O Amapá real cresce fora do foco da grande mídia e além da propaganda institucional.
Longe dos discursos e das promessas, o estado começa a revelar um ciclo concreto de desenvolvimento sustentado pela iniciativa privada, com projetos que geram empregos, movimentam a economia e projetam arrecadação de milhões de reais em impostos.


Com operações no Amazonas, em Manaus, no Pará, no Porto do Conde e em outras unidades do país, uma das maiores operadoras marítimas do Brasil chega ao Amapá ainda em 2026, se antecipando a presença da indústria do petróleo, turismo e produção agrícola, no ponto mais próximo ao canal do Panamá.

Dois desses novos empreendimentos estruturantes, aqui retratados, simbolizam esse novo momento. O primeiro é o de uma mineradora genuinamente amapaense que, após quase meio século de trabalho, investimento próprio e perseverança de seus fundadores, familiares e parceiros do Brasil e do exterior, conquistou outorga federal para a exploração de cerca de 190 toneladas de ouro. Coincidentemente, a autorização e a chegada de novos equipamentos ocorreram em meio à valorização histórica do metal no mercado internacional, reflexo do cenário econômico global.

Mesmo enfrentando enormes desafios logísticos, como a precariedade das estradas e a ausência de acesso adequado à área de produção no interior do estado, a própria empresa mobilizou equipes, máquinas e caminhões, construiu pontes, implantou tubulações especiais e viabilizou a chegada de equipamentos de grande porte. Um esforço que demonstra capacidade técnica, visão de longo prazo e compromisso com o desenvolvimento regional.

Máquinas pesadas, centrífugas, caminhões, tratores e grandes compressores só chegaram à área da mina após mais de um mês de deslocamento pelo interior do Amapá, em uma região marcada pela ausência de estradas, pontes e condições mínimas para atividades de grande escala.

A dimensão do projeto é expressiva: avaliação realizada por certificadora internacional, com sede no Canadá, estima o valuation da mineradora em aproximadamente 20 bilhões de dólares ao longo dos próximos 30 anos, colocando o Amapá no radar dos grandes investimentos globais em mineração.

O segundo grande projeto é a implantação de um novo porto nas proximidades de Macapá, que promete transformar o modal marítimo e logístico do estado. Com área definida, projeto executivo concluído e toda a documentação legal e ambiental regularizada, o empreendimento prevê investimento inicial de 27 milhões de reais apenas na fase de infraestrutura, priorizando a contratação de construtora local e fortalecendo a economia amapaense.

Com valor de mercado estimado em 20 bilhões de dólares, mineradora genuinamente amapaense possui cerca de 200 toneladas de ouro cubadas em outorga de lavra concedida pelo Ministério de Minas e Energia, por meio da Agência Nacional de Mineração.

O complexo portuário contará com terminal de cargas e de passageiros, fruto de uma parceria entre empresários do Amapá e do Amazonas. A estrutura foi planejada para atender a chegada da indústria do petróleo, expansão da mineração e da agricultura, além de oferecer condições modernas e seguras para o transporte de pessoas, superando o improviso e a precariedade dos atuais pontos de embarque e desembarque.

O novo porto também terá papel estratégico na exportação de produtos regionais, como o açaí, agregando valor à produção local e ampliando a presença do Amapá nos mercados nacional e internacional.

Esses investimentos, construídos com capital privado, planejamento e visão de futuro, revelam um Amapá que cresce de forma silenciosa, porém consistente.
Um Estado que transforma potencial em realidade, fortalece sua base produtiva e consolida, na prática, um novo ciclo de desenvolvimento econômico, social e logístico.

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