Crise escancarada: empresa terceirizada denuncia calote, confusão e “terror” contra funcionários em Macapá

Empresa aponta gestão interina como responsável por atrasos e expõe crise na saúde de Macapá

Por: Portal Bambam News

VENON expõe caos na saúde de Macapá, cobra pagamentos e denuncia pressão sobre trabalhadores

Empresa afirma atraso generalizado, culpa mudança na gestão interina e alerta para “assédio” contra colaboradores em meio à crise

A nota divulgada pela VENON Construções e Serviços LTDA escancara o que já vinha sendo sentido nos bastidores: a saúde pública de Macapá entrou em modo turbulência  e quem está pagando a conta são os trabalhadores.

No comunicado, a empresa confirma que há pagamentos pendentes e que precisou abrir diálogo direto com a gestão interina da prefeitura para tentar destravar a situação. A promessa? Regularizar tudo “até a próxima semana”. Um prazo que, na prática, soa mais como tentativa de conter a revolta do que garantia concreta.

A VENON vai além e aponta o dedo para o que chama de “mudança repentina na gestão”, que teria causado um efeito dominó nos contratos de terceirização. Ou seja: não é só uma empresa no sufoco o problema pode ser bem maior e atingir diversos serviços essenciais.

Outro ponto grave levantado na nota é a denúncia de pressão sobre funcionários. Segundo a empresa, há pessoas incentivando colaboradores a pedirem demissão, criando um ambiente de tensão, confusão e desinformação. A direção afirma que já acionou o jurídico para identificar responsáveis, classificando a situação como possível conduta criminosa.

Mesmo sob pressão, a VENON reforça que segue como responsável legal pelo contrato, já que venceu a licitação e, até o momento, não foi oficialmente notificada sobre qualquer rescisão ou substituição.

Nos bastidores, o recado é claro: a crise não é pontual  é estrutural. E enquanto gestão e empresas tentam se acertar, quem está na linha de frente continua no escuro, esperando salário, estabilidade e, principalmente, respeito.

No fim, a nota tenta acalmar os ânimos e pede “paciência e compreensão”. Mas, diante do cenário descrito, a pergunta que fica é inevitável: até quando?

COMPARTILHE

X
Email
Facebook
Threads
WhatsApp
LinkedIn

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *