Por: Dantas Filho
Eleitor consciente não entrega seu voto a quem tenha qualquer relação não esclarecida com o crime organizado.
Os acontecimentos recentes no Rio de Janeiro mostram o perigo da mistura entre política e organizações criminosas. Prisões e investigações envolvendo autoridades e agentes públicos são um alerta para todo o Brasil.
Em São Paulo, também existem investigações sobre possíveis relações entre agentes públicos e operadores do PCC.
É preciso deixar claro: investigação não é condenação. Todos têm direito ao devido processo legal. Mas o eleitor também tem o direito de exigir explicações, transparência e ética de quem pretende exercer um mandato.
O crime organizado não pode ocupar espaço no poder público.
No Amapá, o eleitor deve estar atento. Antes de votar, procure conhecer a história, as alianças, os financiadores e os compromissos de cada candidato.
Na urna, não basta promessa. É preciso responsabilidade.
O Amapá contra o crime organizado.
O Amapá pela ética, pela segurança e pela verdade.
Recado dado.